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Mostrando postagens de Setembro, 2014

Pedras da calçada...

Estou aqui sentado, a noite está fria, um frio que não me é estranho.
Um frio que me acolhe, me aconchega que me deixa embriagado, num mar de sentimentos!!
Sentimentos de um passado recente, de um bando de miúdos desnorteados e embebidos em sonhos de um passado esquecido, um presente ausente e um futuro inseguro.
As pedras da calçada, aí as pedras da calçada, como eu gosto de ouvir as suas histórias, os seus lamentos, as suas alegrias. Muitas delas a transbordar em gargalhadas sentidas, outras vezes lavadas por mares de lágrimas.
Mas...eu gosto de estar aqui longe de tudo e de todos apenas com elas, amigas de uns tempos, confidentes de agora.
Cada uma delas tem um nome, Francisco, Melro, Brálio, Baião, Lena, Cláudia, Teresa, Guida, Toninho, Zeca, Manuela, Belbute...
Nenhuma delas abalou, e apesar do tempo, todas estão iguais com o mesmo sorriso e a ocupar o mesmo espaço, como eu gosto das abraçar com o olhar.
Um olhar de saudade, de desejo, de tempo que nunca mais volta.
Estão todos …

O teu coração tremia...

Tremias...
Tremias...não sei o k tremia mais em ti, ou sei mas...retiro desse tremer constante, a tua vontade de vencer!!!
Admiro a forma como lutas contra os teus olhos, para os tentares prender, dentro de ti.
Sinto que eles querem voar para bem longe daqui, estão cheios de tudo e de nada. Recordações de papel, levadas por lágrimas quase constantes. Tens uns olhos do tamanho do mundo, que nos deram tudo a cada segundo.
E o que ficou para ti?
Sempre deixaste transparecer uma força incrível, que tem que derrubar esse muro de sofrimento que agora ergues-te à tua volta.
Usa tudo o que tens e pensa que nós estamos aqui todos a empurrar, pensa nas nossas mãos juntas às tuas, pensa nos nossos corações a amparar o teu.
Pensa que estamos aqui para transformar o teu nada em tudo, e o tudo, em ti novamente!!!
Todos choramos contigo, todos sorrimos contigo e agora, todos queremos voar nas tuas palavras fortes novamente.
Não sou nada nem sou ninguém para falar de uma dor do tamanho do mundo, sou …